Hipoglicemiantes Orais



Glimeprid

Indicação

Para quê serve Glimeprid?

Tratamento oral do diabetes mellitus não insulino-dependente (Tipo II), quando os níveis de glicose não podem ser adequadamente controlados por dieta alimentar, exercícios físicos e redução de peso.

Contraindicações

Quando NÃO devo usar este medicamento?

Pacientes portadores de diabetes mellitus insulino-dependente (Tipo I), em pré-coma ou coma diabético ou em cetoacidose diabética. Hipersensibilidade à glimepirida ou outras sulfoniluréias, derivados sulfonamídicos ou a qualquer componente da formulação. Insuficiência renal ou hepática graves. Gravidez e lactação.

Posologia

Como usar Glimeprid?

Dose inicial usual: 1 mg/dia. se necessário, aumentá-la conforme nível de glicose no sangue e de Forma gradual, em intervalos de 1 a 2 semanas, de acordo com as seguintes etapas: 1 mg, 2 mg, 3 mg, 4 mg, 6 mg.

Pacientes com diabetes bem controlado - 1 a 4 mg/dia. doses diárias superiores a 6 mg (até 8 mg) não devem ser Utilizadas.

Efeitos Colaterais

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Dor de cabeça, excesso de apetite, náusea, vômitos, fadiga, insônia, alteração do sono, inquietação, agressividade, falta de concentração, depressão, confusão mental, alterações da fala e da visão, afasia, tremor, paresias, distúrbios sensoriais, tontura, sensação de abandono, perda do próprio controle, delírio, convulsão, sonolência e alterações da percepção, podendo evoluir para coma, dificuldade de respiração e bradicardia. Sinais de contra-regulação adrenérgica como sudorese, pele úmida e fria, ansiedade, taquicardia, hipertensão, palpitação, angina do peito e arritmias cardíacas. Alterações visuais temporárias. Náusea, vômito, sensação de plenitude gástrica, dor abdominal e diarréia. Pode-se observar aumento das enzimas hepáticas, alterações na função hepática e hepatite, fatores contributivos para insuficiência hepática. Ainda, prurido, urticária ou erupções. Podem ocorrer diminuição do sódio sérico, vasculite alérgica e hipersensibilidade cutânea à luz.

Advertências e precauções

O que devo saber antes de usar este medicamento?

O uso regular de GLIMEPRID aliado a dieta adequada, exercícios físicos regulares e, se necessário, redução do peso corporal são importantes para o controle adequado da glicemia. Informar ao médico quando de qualquer reação do tipo hipoglicêmico (poliúria, polidipsia, secura da boca e pele ressecada).

Quando houver indisposição, incapacidade do paciente de cooperar, desnutrição, alteração na dieta, desequilíbrio entre o esforço físico e ingestão de carboidratos, consumo de álcool, função renal comprometida, descompensação hormonal, insuficiência hepática, superdose com GLIMEPRID e associação medicamentosa, pode ser necessário ajuste da posologia de GLIMEPRID ou de toda a terapia. Os sintomas de hipoglicemia podem ser mais leves ou ausentes quando esta se desenvolver de forma gradual, por exemplo, quando da idade avançada, o paciente estiver recebendo tratamento simultâneo com beta-bloqueadores e outros fármacos simpaticolíticos. Hipoglicemia severa requer tratamento imediato. Trauma, cirurgia, infecções febris pode ocorrer uma desregulação do nível de açúcar no sangue, fazendo-se necessário substituir o hipoglicemiante oral pela insulina. Durante o tratamento efetuar determinações periódicas dos níveis de glicemia e glicosúria. Pode ocorrer diminuição do estado de alerta, afetando a habilidade em conduzir veículos ou operar máquinas.

Apresentação

30 comprimidos 1 mg 30 comprimidos 2 mg 30 comprimidos 4 mg

Interações Medicamentosas

A administração simultânea de insulina ou outro antidiabético oral, alopurinol, cloranfenicol, ciclofosfamidas, fenfluramina, fibratos, guanetidina, inibidores da MAO, ácido paraminosalicílico, fenilbutazona e oxifenilbutazona, probenecida, salicilatos, sulfonamidas, tritoqualina, tetraciclinas, inibidores da ECA, esteróides anabolizantes e hormônios masculinos, derivados cumarínicos, disopiramida, feniramidol, fluoxetina, ifosfamida, miconazol, pentoxifilina (parenteral em doses altas), azapropazona, quinolonas, sulfimpirazona, trofosfamida pode potencializar o efeito terapêutico da glimepirida, com acentuação da diminuição do nível de açúcar no sangue e consequente hipoglicemia. Acetazolina, corticosteróides, diuréticos, glucagon, ácido nicotínico, fenotiazínicos, rifampicina, barbitúricos, diazóxido, epinefrina e outros agentes simpaticomiméticos, laxantes, estrogênios e progestágenos, fenitoína, hormônios da tireóide, quando administradas simultaneamente, atuam reduzindo o efeito hipoglicemiante da glimepirida. Clonidina e reserpina, quando administradas simultaneamente, podem induzir tanto à potencialização quanto à diminuição do efeito hipoglicemiante da glimepirida. Beta-bloqueadores diminuem a tolerância à glicose e podem aumentar a tendência à hipoglicemia. Pacientes com diabetes mellitus, podem levar à deterioração do controle metabólico. Sob influência de fármacos simpaticolíticos, os sinais da contraregulação adrenérgica para hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes. Álcool pode potencializar ou diminuir a ação hipoglicemiante da glimepirida. A glimepirida pode potencializar ou diminuir os efeitos dos derivados cumarínicos.

Laboratório

HEXAL DO BRASIL Ltda.