Antipsicoticos



Amplictil

Indicação

Para quê serve Amplictil?

Neuropsiquiatria: pode ser prescrito em quadros psiquiátricos agudos, ou então, no controle de psicoses de longa evolução. Clínica geral: manifestação de ansiedade e agitação, soluços incoercíveis, náuseas e vômitos e neurotoxicoses infantis; também pode ser associado a barbitúricos no tratamento do tétano. Cirurgia: como agente pré-anestésico. Obstetrícia: em analgesia obstétrica e no tratamento da eclâmpsia. Amplictil é indicado nos casos em que haja necessidade de uma ação neuroléptica, vagolítica, simpatolítica, sedativa ou antiemética.

Contraindicações

Quando NÃO devo usar este medicamento?

Comas barbitúricos e etílicos; glaucoma de ângulo fechado; em pacientes com risco de retenção urinária, ligado a problemas uretroprostático; sensibilidade às fenotiazinas; doença cardiovascular grave; depressão severa do sistema nervoso central. A relação risco-benefício deverá ser avaliada nos seguintes casos: discrasias sanguíneas; câncer da mama; distúrbios hepáticos; mal de Parkinson; distúrbios convulsivos; úlcera péptica. Amplictil deverá ser administrado com cautela em pacientes idosos e/ou debilitados.

Posologia

Como usar Amplictil?

Via oral: adultos: Amplictil tem uma grande margem de segurança, podendo a dose variar desde 25 a 1600 miligramas ao dia, dependendo da necessidade do paciente. Deve-se iniciar o tratamento com doses baixas, 25 a 100 mg, repetindo de 3 a 4 vezes ao dia, se necessário, até atingir uma dose útil para o controle da sintomatologia no final de alguns dias (dose máxima de 2 g/dia).

A maioria dos pacientes responde à dose diária de 0,5 a 1 g. Em pacientes idosos ou debilitados, doses mais baixas são geralmente suficientes para o controle dos sintomas. Crianças: (Acima de 2 anos): Deve-se usar o mesmo esquema já citado de aumento gradativo de dose, sendo preconizada uma dose inicial de 1 mg/kg/dia, dividida em 2 ou 3 tomadas. O total da dose diária não deve exceder 40 mg, em crianças abaixo de 5 anos, ou 75 mg, em crianças mais velhas.

Efeitos Colaterais

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Observadas as recomendações acima citadas, Amplictil apresenta boa tolerabilidade. Como reações adversas o paciente pode apresentar: sedação ou sonolência; discinesias; hipotensão ortostática; efeitos atropínicos (secura da boca, obstipação intestinal, retenção urinária), impotência, frigidez, amenorréia, galactorréia, ginecomastia, hiperprolactinemia e pigmentação da pele.

Advertências e precauções

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Nos primeiros dias de tratamento, principalmente em hipertensos e hipotensos, é necessário que os pacientes se deitem durante meia hora em posição horizontal, sem travesseiro, logo após a tomada do medicamento. Esta precaução deve ser rigorosamente seguida quando se administra o Amplictil Injetável. A vigilância clínica e, eventualmente eletroencefalográfica, deve ser reforçada em pacientes epilépticos, devido à possibilidade de diminuição do limiar epileptógeno.

Composição

Cada comprimido contém: cloridrato declorpromazina 25 miligramas e 100 mg, excipientes q.s.p. 1 comprimido. Excipientes: amido, lactose, talco, estearato de magnésio, zeína, anidrido acético, acetato-ricinoleato de butila, amarelo crepúsculo e álcool. Cada ampola contém: cloridrato de clorpromazina 25 ml, excipientes q.s.p. 1 ampola. Excipientes: metabissulfito de sódio, sulfito de sódio, citrato de sódio, cloreto de sódio, ácido ascórbico e água bidestilada. Cada ml da solução oral 4% contém: cloridrato de clorpromazina 0,04 g, excipientes q.s.p. 1 ml. Excipientes: ácido ascórbico, álcool, glicerina, xarope simples, caramelo, essência de hortelã e água. Cada gota contém 1 mg de cloridrato de clorpromazina.

Apresentação

Estojo com 20 comprimidos de 25 mg; estojo com 20 comprimidos a 100 mg; estojo com 5 ampolas de 5 ml a 25 mg; frasco de 20 mililitros de solução a 4% de cloridrato de clorpromazina.

Laboratório

Rhodia Farma Ltda.